O Paradoxo da IA Generativa: Por que a Direção Criativa está mais crítica do que nunca em 2026?
No cenário atual de negócios, a pergunta da maioria dos CEOs que têm um empreendimento nos Estados Unidos não é mais “se” deve usar a Inteligência Artificial Generativa, mas “como” pode implementá-la no negócio. No entanto, essa pergunta, por muitas vezes, faz com que muitos business adentrem um território um tanto perigoso, por não o fazerem da forma correta.
Por quê? Porque à medida que as ferramentas de automação tornam a produção de conteúdo infinitamente mais acessível, se não utilizadas de forma estratégica, o seu conteúdo acaba sendo apenas “mais um” nesse mar que se chama internet.
Em outras palavras, se todos os seus concorrentes usam as mesmas ferramentas e metodologias para gerar os mesmos e-mails, anúncios, vídeos e/ou imagens, a sua marca corre o risco de se tornar invisível.
A Comoditização da Criatividade
As IAs Generativas são ferramentas de convergência. O que isso quer dizer? Elas não criam nada novo, elas analisam o que já existe e geram uma média estatística. Para um CEO, isso é excelente no ponto de vista de eficiência operacional, mas fatal para a diferenciação de marca se utilizada de qualquer maneira.
Quando o mercado é inundado por conteúdos sintéticos, a “fadiga visual” do consumidor aumenta. E é aqui que entra o papel estratégico do Diretor de Criação e uma boa agência de marketing. A Direção Criativa em 2026 não é sobre “fazer o trabalho”, mas sobre curadoria, criatividade, intenção e visão humana.
Muitas empresas estão cometendo o erro de substituir o pensamento criativo por prompts de IA. O resultado? Marcas que soam como robôs e parecem falsas como um bancos de imagens genéricas, ou seja, apenas replicando aquilo que já viu (ou foi criado) em algum lugar, — E para nós da Adapt, não enxergamos isso como “seguir uma trend”, mas sim como uma enorme falta de originalidade.
A Lenda do Gaúcho sem Cabeça
Eu poderia citar inúmeras formas criativas pelas quais nós usamos as ferramentas de IA Generativa em 2025, sem seguir as chamadas “modinhas”, mas sim fortalecendo o branding dos nossos clientes. No entanto, gostaria de citar a campanha de Halloween que produzimos para o Terra Gaúcha, onde grande parte do conteúdo foi gerado por IA Generativa.
A ideia da campanha era convidar os clientes a irem fantasiados para o restaurante no dia 31 de outubro, e quem o fizesse, ganharia um desconto. Para essa ação, nós criamos uma narrativa pautada na lenda do cavaleiro sem cabeça, mas em nossa versão, o cavaleiro era um gaúcho.
Todo roteiro, direção de arte e fotografia foram baseados na estética dos filmes de terror da década de 30, para gerar retenção e curiosidade dos clientes. O resultado? Criamos uma campanha autêntica, chamativa, que foi um grande sucesso para o cliente e que transformou-se em um dos materiais mais compartilhados na conta da empresa.
A campanha fez tanto sucesso que o cliente decidiu repetir a ação neste ano de 2026. Você pode conferir o resultado AQUI.
A união faz a força
Uma das vastas técnicas que utilizamos para trazer algo único nas campanhas de nossos clientes, é a mesclagem de elementos distintos (geralmente três) na intenção de gerar algo inovador. Na campanha citada do Terra Gaúcha, por exemplo, os três elementos foram: Cultura Gaúcha + Halloween + Década de 30.
Por isso que afirmamos que o maior desafio das empresas hoje não é adotar a IA no fluxo de trabalho, mas sim garantir que sua marca mantenha uma identidade humana e única em um mundo automatizado. A eficiência nos dá velocidade, mas a direção criativa nos dá o destino.
Na Adapt Crew, nós entendemos que a tecnologia é o motor, mas a direção criativa estratégica é o que define a rota para o sucesso e o tom de voz correto para cada cliente. Quer saber mais? Entre em contato conosco hoje mesmo e vamos elevar o patamar criativo do seu negócio.

Érick Nascimento
Diretor Criativo
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